A comédia 'Michel III - Uma Farsa à Brasileira' reestreia no Teatro Folha dia 07 de março

20 fevereiro 2018 |



A comédia “Michel III – Uma Farsa à Brasileira” reestreia no Teatro Folha e será apresentada as quartas e quintas-feiras a  partir de 07 de março. Escrita por Fabio Brandi Torres e dirigida por Marcelo Varzea, a montagem tem como personagem central Michel, um aspirante ao trono, cansado de viver em segundo plano, que resolve conspirar para assumir a coroa.

A peça é uma das montagens produzidas pelo projeto Berçário Teatral e realizou em janeiro deste ano uma bem sucedida temporada no Teatro dos Arcos, sempre com plateia lotada. O público demonstrou interesse na sátira política que cria relação entre as personagens de William Shakespeare e os fatos recentes da política brasileira. O autor Fabio Brandi Torres se inspirou em “Rei Lear”, “Macbeth”, “Ricardo III”, “Romeu e Julieta”, “Júlio César”, “Hamlet” e até “Sir Thomas More” (texto inédito em português), entre outras obras de Shakespeare, para revisitar o período histórico brasileiro do final do segundo mandato de Lula, passando pelo processo de impeachment de Dilma Rousseff, até o momento presente. O título Michel III remete a Michel Temer, o terceiro vice que se tornou presidente após a redemocratização.

Num ambiente de intrigas e obscuridades, cada personagem das cenas shakespeareanas tem o seu equivalente na política brasileira. Nesta sátira, os personagens fazem referência a figuras protagonistas do jogo político, além de Michel Temer: Lula,  Dilma Rousseff, Marta Suplicy, Marina Silva, Eduardo Cunha, Romero Jucá, Sergio Moro; empresários como Marcelo Odebrecht e Joesley Batista; e Janaína Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment.

“Michel III – Uma Farsa à Brasileira” usa a comédia como instrumento de crítica e observação do jogo de forças políticas que inclui acordos partidários e seus respectivos rachas de antigas alianças, políticos que são descartados na briga pelo poder, povo revoltado e dividido por posições extremistas. Áudios “vazados”, notícias falsas, memes na internet, delações premiadas, condenações de governantes, enfim, o que compõe o cenário político. “Foram necessários quatro meses de pesquisas sobre os fatos históricos para escrever a peça que fala de ambição e poder, fazendo a relação com os textos de Shakespeare”, explica Fabio Brandi Torres.

O autor acredita que a peça oferece diferentes níveis de leitura e compreensão, conforme o interesse na observação do jogo político e conhecimento da obra de Shakespeare. “Quem não conhece a obra de Shakespeare e não se atentou para os fatos políticos vai entender a trama porque a história que é contada trata de um assunto universal. Mas quem tem referências da dramaturgia e observou os fatos políticos vai perceber mais detalhes”, diz.

O diretor Marcelo Varzea conta que se interessou em participar do projeto porque considera importante preservar a democracia e o poder do voto. “A peça fala de um trono que foi usurpado. Nós, no nosso país, estamos cada vez mais  treinados  a desvendar o que há por trás dos discursos políticos. A peça também favorece este exercício. Faz rir e, principalmente, faz pensar. Este é meu propósito: insuflar a análise crítica, sem a presença de heróis”, diz o diretor.

O texto evita tomar partido por um dos lados da disputa política, fugindo da polarização. Mas expõe os fatos de maneira que o público possa tirar as suas conclusões. Um dos assuntos tratados é a pedalada fiscal, que foi a justificativa para o afastamento da ex-presidente Dilma. As pedaladas foram legalizas dois dias após o impeachment, quando o governo de Michel Temer sancionou mudanças na lei orçamentária. Este fato está parodiado no texto de Fabio como a Cavalgada dos Fiscais.

SOBRE O AUTOR FABIO BRANDI TORRES

Diretor teatral, dramaturgo e roteirista. Foi vencedor por duas vezes do prêmio de Melhor Autor do Festival de Teatro Curta/SESI (2000 e 2002) e três vezes indicado como Melhor Autor ao Prêmio Coca-Cola FEMSA de Teatro Jovem (“A Matéria dos Sonhos”, 2004, “Ciranda das Flores”, 2009 e “Pandolfo Bereba”, 2013). Também foi indicado ao Prêmio Shell 2005, como Melhor Autor, por “O Mata-Burro”.

Como roteirista, foi colaborador das novelas “Seus Olhos” (SBT) e “Paixões Proibidas” (BAND/RTP), e da sitcom “#PartiuShopping” (Multishow). Em 2017, assinou o roteiro do documentário “Inezita”, para a TV Cultura.

Teve a peça “Um Conto do Rei Arthur” editada ao vencer o Concurso de Dramaturgia Vladimir Maiakovski e o livro infanto-juvenil “O Tesouro de Fabergè” publicado em duas edições.

Seus textos já foram apresentados em Portugal, Espanha, Estados Unidos e Cabo Verde, e encenados por Isser Korik (“Revistando”, “Grandes Pequeninos” e “A Pequena Sereia”), Iacov Hillel (“Prepare seu Coração” e “Tutto Nel Mondo è Burla”), Val Pires (“Medida por Medida”), Caco Ciocler (“Vão Livre”), André Garolli (“Trama da Paixão” e “O Mata-Burro”), William Gavião (“Respeitável Público?” e “Macbeth”) e Rosi Campos (“Se Casamento Fosse Bom...”).

SOBRE O DIRETOR MARCELO VARZEA

Ator carioca formado na CAL, mora em São Paulo desde 1991, onde tem uma sólida carreira no teatro e se destaca como protagonista de diversos espetáculos, dirigido pelos maiores nomes de encenadores brasileiros.

Atuou em musicais de sucesso, como, “Cazuza”, “Elis”, “Rock in Rio-o Musical” e “O Musical da Bossa Nova”. Protagonizou a lendária montagem de Gabriel Villela para “A Ópera Do Malandro”, vivendo o malandro Max Overseas; atuou em séries de TV fechada (HBO, FOX, Multishow, Netflix e GNT).

Na TV Globo esteve no elenco das obras “A Lei do Amor”, “Malhação”, “Separação”; “Força de um Desejo”, “Um Só Coração”, “JK” e  “Insensato Coração”. Na mesma emissora, fez participações em “Os Normais”, “A Diarista”, “Sob Nova Direção”, “Toma Lá, Dá Cá”, “Casos e Acasos“ e “Retrato Falado”, entre outras obras.

No cinema, atuou em “Xingu”, “Boleiros”, “Deus Jr”, entre outros filmes.

Marcelo também é dramaturgo, preparador de atores e já dirigiu diversos eventos corporativos. Foi assistente de direção de novelas, comandou os 3 anos de sucesso do projeto de atores/cantores “Segundas Intenções”. Dirigiu o musical “ Do Kitsch ao Sublime “, o drama “Aquário com Peixes”, do premiado Franz Keppler, entre outros espetáculos.

Neste momento está em cartaz com o monólogo Silêncio.doc no Auditório MuBE, com direção de Marcio Macena.

SOBRE O ELENCO

Marcelo Diaz – atuou em “Cais ou da Indiferença das Embarcações”, direção de Kiko Marques; “Valéria e os Pássaros” e “Crepúsculo”, montagens da Velha Cia; “A Porta Secreta”, com direção de Fabio Ock; “As Feiosas”, de Marilia Toledo (indicado como ator ao Premio Femsa); e “O Fingidor”, de Samir Yazbec. Mais recentemente atuou em “Chapeuzinho Vermelho”, dirigido por Eduardo Leão.

Amaziles de Almeida - Cursou o Teatro Universitário/UFMG, participando de importantes montagens: “Electra”, de Eurípedes; “Rasga Coração”, de Oduvaldo Vianna Filho; “A Casa de Bernarda Alba”, de Garcia Lorca; e “Aurora da Minha Vida”, de Naum Alves de Souza. A partir de 1991, já em São Paulo, trabalhou nas  montagens “Ham-Let”, direção José Celso Martinez Corrêa; “Laços Eternos”, direção de Renato Borghi; “Verás que Tudo é Mentira”, direção de Marco Antonio Rodrigues; “Quarto 77”, direção de Roberto Lage; “Side Man”,  direção de Zé Henrique de Paula; “Te Amo São Paulo”, direção de Isser Korik; entre outras peças. Fez vários curtas-metragens e algumas participações em longas, como, “O Grande Mentecapto”, de Oswaldo Caldeira; “Alma Corsária”, de Carlos Reichenbach. Na TV, atuou em “Mandacaru”, com direção de Walter Avancini  na extinta TV Manchete; “Antônio dos Milagres”, na CNT/Gazeta em SP, com direção de Lucas Bueno; e “Sandy e Junior” na Rede Globo.

Martha Meola – atuou nas peças “O Cárcere Secreto”, com direção de Francisco Medeiros; “Macunaíma”, “A Hora e a Vez de Augusto Matraga“, dirigidas por Antunes Filho; “Woyzeck”, direção de Alexandre Stockler; “Há Vagas Para Moças de Fino Trato”, direção de Marcelo Lazaratto; “Dorotéia – Farsa Irresponsável”, de Nelson Rodrigues, direção de Carlos Gomes; Assim É (Se lhe Parece), de Luigi Pirandello, direção de Marco Antônio Pâmio, entre outras montagens. Atuou em diversas novelas na TV, entre elas “Verdades Secretas”, de Walcyr Carrasco, e “Tempo de Amar”, de Alcides Nogueira, ambas na TV Globo. No cinema, trabalhou em “Sonhos Tropicais”, de André Sturm; “Contra Todos”, de Robson Moreira; “O Cheiro do Ralo”, de Heitor Dhalia; “O Palhaço”, de Selton Mello; entre outros filmes de longa e curta-metragem. Também trabalhou em mais de 100 campanhas publicitárias no Brasil e na América Latina.

Fabiano Medeiros - iniciou sua carreira em 1991. Em 1997 a convite de Gabriel Villela, integrou o show "Tambores de Minas", de Milton Nascimento. Atuou em “A Vida é Sonho” dirigida por Gabriel Villela. Em 1999 ingressou na Armazém Companhia de Teatro (RJ), uma das mais conceituadas companhias brasileiras, dirigida por Paulo de Moraes, atuando nos espetáculos “Alice Através do Espelho”, “Da Arte de Subir em Telhados”, “Pessoas Invisíveis”, “Casca de Noz” e “Toda Nudez Será Castigada”. Em São Paulo realizou os shows “Tropicália 4.0”; “Clara Luz”; “Tropicália é preciso!” e “Divino Maravilhoso”. Paralelamente  aos shows trabalha também nos espetáculos musicais “Cazuza – Pro dia nascer feliz, o musical”, “Rita Lee mora ao lado”, em ambos fazendo o papel de Ney Matogrosso.

Lena Roque - atriz, diretora, apresentadora e arte educadora formada em Artes Cênicas pela ECA/USP em 1995. Atua há 32 anos. No teatro fez 22 espetáculos, entre eles, “Domésticas”, direção de Renata Melo, “Dúvida”,  direção de Bruno Barreto, “Freak Show”, direção de William Pereira ,“Frenesi”, direção de Naum Alves de Souza. Participou das séries “Axogum” (Canal Brasil), “Psi” (HBO), da novela “Chiquititas” (SBT) e em dezenas de comerciais e vídeos institucionais. No cinema, atuou em “Domésticas”, de Fernando Meirelles e Nando Olival; “Quanto Vale ou é Por Quilo?”, de Sergio Bianchi, entre outros. Escreveu o livro “Impressões” e quatro peças de teatro: “Alto Falante” ,“Autópsia”  “Impressões”, e “Louca de Amor - Quase Surtada”, adaptação do livro “Confissões de uma Louca de Amor” de Viviane Pereira.

Michel Waisman - formado pela Escola de Arte Dramática (EAD/USP). Atuou nas peças “A Máquina Tchekov”, com direção de Clara Carvalho e Denise Weinberg; “Esplêndidos”, com direção de Eduardo Tolentino; “Os Sete Gatinhos”, com direção de Nelson Baskerville; “O Beijo no Asfalto”, com direção de Marco Antônio Brás; “O Despertar da Primavera”, com direção de Eduardo Tolentino de Araújo. Trabalhou no seriado “Na Forma da Lei”, da TV Globo; nas séries “3%”, série produzida pela Boutique Filmes, e “Rio Heroes”, produzida pela Mixer aguardando lançamento.

FICHA TÉCNICA

Texto:  Fabio Brandi Torres
Direção: Marcelo Varzea
Elenco: Marcelo Diaz, Amazyles de Almeida, Martha Meola, Fabiano Medeiros, Lena Roque e Michel Waisman
Assistente de direção: Tadeu Freitas
Direção de movimento: Erica Rodrigues
Trilha sonora: Andre Ha
Iluminação: Lena Roque
Figurino: Vanessa Wander e Larissa Paulino
Visagismo:  Igor Miranda 


 “Michel III – Uma Farsa à Brasileira”
Reestreia: 07 de março de 2018
Temporada: 26 de abril de 2018
Apresentações: quartas e quintas-feiras, às 21h
Ingresso: R$30,00 (setor 2) e R$40,00 (setor 1)
*Valores referentes a ingressos inteiros. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.
Duração: 70 minutos
Classificação etária: 12 anos 

TEATRO FOLHA

Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel.: (11) 3823-2323 - Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323. Vendas on line no site: www.teatrofolha.com.br

Vendas por telefone e internet/ Capacidade: 305 lugares / Não aceita cheques / Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex / Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais / Clube Folha 50% desconto / 50% de desconto para funcionários e clientes do Cartão Renner. Horário de funcionamento da bilheteria: quarta e quinta, das 15h às 21h; sexta, das 15h às 21h30; sábado, das 12h às 22h; e domingo, das 12h às 20h / Acesso para cadeirantes / Ar-condicionado / Estacionamento do Shopping: R$ 14,00 (primeiras duas horas) / Venda de espetáculos para grupos e escolas: (11) 3104-4885, (11) 3101-8589, (11) 97628-4993 / Patrocínio do Teatro Folha: Folha de S.Paulo, CSN, LG, Privalia, Nova Chevrolet, Wickbold, Owens, Teleperformance e  Grupo Pro Security.

SOBRE A CONTEÚDO TEATRAL

O grupo empresarial paulista Conteúdo Teatral atua há mais de quinze anos em duas vertentes: gestão de salas de espaços e produção de espetáculos. Como gestora é responsável pela operação do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, com direção artística de Isser Korik e direção comercial de Léo Steinbruch, programando espetáculos para temporada em regime de coprodução. No período de atuação a empresa soma mais de 2 milhões de espectadores.

Como produtora de espetáculos, viabilizou dezenas de peças, como “Gata Borralheira”, “O Grande Inimigo”, “Os Saltimbancos”, A Pequena Sereia”, Grandes Pequeninos”,  “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Cigarra e a Formiga”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” para as crianças. Para os adultos foram realizadas, entre outras montagens, “A Minha Primeira Vez”, “Os Sete Gatinhos”, “O Estrangeiro”, Senhoras e Senhores”, “O Dia que Raptaram o Papa”, “E o Vento Não Levou”, “Equus” a trilogia “Enquanto Isso...”, além de projetos de humor – como “Nunca Se Sábado...” e “IMPROVISORAMA” – Festival Nacional de Improvisação Teatral. Em parceria com Moeller e Botelho produziu os Musicais “Um Violinista no Telhado”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles num Céu de Diamantes”.

Foto: Naava Bassi


Carolina Ferraz e Otavio Martins estreiam a comédia 'Que Tal Nós Dois?' no Teatro Folha

19 fevereiro 2018 |



Peça mostra relacionamento de dois amantes que se encontram uma vez por ano na convenção da empresa onde trabalham

A comédia romântica “Que Tal Nós Dois?”, com Carolina Ferraz e Otavio Martins, estreia no Teatro Folha dia 02 de março e será apresenta até o final de abril, de sexta-feira a domingo. A peça com direção de Isser Korik  conta uma história de amor, mas é também um recorte na vida de duas personagens que provocam uma reflexão sobre seus sentimentos a partir de um inesperado encontro.

O texto foi escrito numa parceria entre os autores Juliana Araripe e Otávio Martins. Um homem e uma mulher, ambos casados e com família,  funcionários de uma grande empresa, se conhecem numa convenção. Embalados pelo clima de confraternização, e depois de beberem alguns drinks, acabam passando a noite juntos. No dia seguinte acordam juntos em quarto de hotel e, sem nenhuma intimidade, decidem não mais repetir o encontro amoroso. Mas como ninguém manda no coração, no ano seguinte, novamente na convenção da empresa, eles se reencontram e passam a noite juntos, estabelecendo um relacionamento.

A peça se desenvolve ano após ano, sempre mostrando os reencontros nas convenções da empresa e as mudanças na vida de cada um, o que reflete no relacionamento deles. O ator e autor Otavio Martins conta que o texto mostra a evolução da relação, que começa com o constrangimento de duas pessoas que acordam juntas sem lembrar exatamente os detalhes da noite vivida. No segundo ano em que as personagens se encontram os conflitos pessoais são revelados. Questões relacionadas ao poder surgem no terceiro ano porque, na medida em que ela passa a assumir um cargo de liderança na empresa, abala o lado machista dele. O desfecho da história de amor acontece no quarto ano, quando algo inesperado acontece com o casal. A autora Juliana Araripe diz que a peça fala de relacionamento para chegar à condição existencial. “Os relacionamentos todos estão no eixo de nossas vidas. Às vezes esperamos pela relação ideal e as pessoas entram na nossa vida de um jeito inesperado, na contramão do que planejávamos. Então precisamos estar abertos para o que a vida nos propõe”, diz.

A atriz Carolina Ferraz conta que já tem afinidade profissional com o autor e colega de cena Otavio Martins, o que colabora muito para o jogo cênico. Eles trabalharam juntos na peça “Três Dias de Chuva” e em algumas novelas. Agora, pela primeira vez, ela encara um trabalho que é deliberadamente uma comédia, que exige precisão nas marcas de cena e ritmo. Sobre sua personagem, a atriz diz que é “uma mulher realizada na vida profissional, que se descobre mais ainda dentro da paixão”.

Otávio Martins conta que não teve relação de apego ao texto durante os ensaios da peça. Na hora de atuar, estabelece outra relação com a história, afastando-se um pouco da experiência de escrever o texto. “Tenho afinidade pessoal e artística com o diretor Isser Korik. O diretor é o primeiro espectador de uma montagem e nesta relação de trabalho ele pode ser o primeiro a sugerir cortes no texto. Confio na direção e prefiro entrar no jogo da criação”, conta.

O diretor Isser Korik é bastante familiarizado com o gênero comédia, em quase 30 anos de carreira. Atuou durante oito anos em “Vacalhau  & Binho”, dirigiu comédias escritas por autores consagrados internacionalmente, entre elas,  a trilogia “Enquanto Isso...”, de Alan Ayckbourn; “O Mala”, de Larry Shue; “Jogo Aberto”, de Jeff Gould; e mais recentemente “O Empréstimo”, de Jordi Galceran. É com toda esta experiência que ele considera importante o jogo entre os atores no momento do ensaio. “Este elenco, em especial, se entrega aos estímulos da direção. Esta disponibilidade dos atores faz toda a diferença na cena”, aposta.

SOBRE O DIRETOR ISSER KORIK

Diretor, ator, produtor, tradutor e dramaturgo, Isser Korik coleciona trabalhos marcantes como comediante em quase 30 anos de carreira, como  “Vacalhau & Binho”, de Zé Fidélis, que permaneceu oito anos em cartaz; “O Dia que Raptaram o Papa”, de João Bethencourt; e, recentemente, “E  o Vento não Levou”, de Ron Hutchinson, e “Toda Donzela Tem um Pai que é uma Fera”, de Gláucio Gill. Como diretor se destaca na comédia.

Concebeu “Nunca se Sábado...”, apresentado por quatro temporadas sob sua direção-geral, que marcou a cena paulistana.
Dirigiu o sucesso “A Minha Primeira Vez”, de Ken Davenport; a trilogia cômica de Alan Ayckbourn “Enquanto Isso...”; “O Mala”, de Larry Shue; o projeto “Te Amo, São Paulo”, que reuniu grandes nomes da dramaturgia paulista; além dos infantis “A Pequena Sereia”, de Fábio Brandi Torres; “Grandes Pequeninos”, de Jair Oliveira; “Cinderela”, “O Grande Inimigo” e “Ele é Fogo!”, de sua autoria, tendo recebido por esse último o Prêmio APCA. Recentemente dirigiu os sucessos “Jogo Aberto”, de Jeff Gould; e “O Empréstimo”, de Jordi Galceran.

É diretor artístico da produtora Conteúdo Teatral e do Teatro Folha.

SOBRE A ATRIZ CAROLINA FERRAZ

Estreou como atriz na novela “Pantanal”, da TV Manchete, e não parou mais. Nos primeiros anos de carreira atuou em “Escrava Anastácia”, “A História de Ana Raio e Zé Trovão” e “Floradas na Serra”. Na TV Globo, foi apresentadora do Fantástico e depois atuou nas novelas, “O Mapa da Mina”, “Pátria Minha”, “Tropicaliente”, “História de Amor”, “Por Amor”,  “Beleza Pura”, “Avenida Brasil”, entre outros trabalhos marcantes para o público.

No cinema fez “Alma Corsária”, de  Carlos Reichenbach; “Mater Dei”, de  Vinicius Mainardi; “Amores Possíveis”, de  Sandra Werneck; ”Crô – O Filme”, de Bruno Barreto; “A Glória e a Graça” e ”O Passageiro – Segredos de Adulto”, ambos de Flávio Ramos Tambellini.

Atuou nas peças “Honra”, com direção de Celso Nunes;  “Selvagem como o Vento”, de Denise Stoklos;  “O Rim”, dirigida por Elias Andreato;  “Amores, Perdas e meus Vestidos”, com direção de Alexandre Reinecke; e “Três Dias de Chuva”, montagem dirigida por Jô Soares.

A atriz apresentou no canal GNT cinco temporadas de seu programa “Receitas da Carolina”, um sucesso entre o público interessado em gastronomia. Também lançou o livro “Na Cozinha com Carolina” e se prepara para lançar brevemente “Na Cozinha com Carolina 2”.

SOBRE O AUTOR E ATOR OTAVIO MARTINS

Ator, diretor, dramaturgo e roteirista. 

É o vilão da próxima novela do SBT, “As Aventuras de Poliana”, que estreia em abril. O ator também se prepara para a estreia da polêmica série “Toda Forma de Amor”, sobre diversidade sexual, dirigida por Bruno Barreto.

Em 2018, dois roteiros pra cinema  que ele assina junto com a parceira Juliana Araripe entram em fase de produção: “Quem Casa Quer Casa”  e “Chance”. Em “Quem Casa Quer Casa”, também fará sua estreia como diretor em cinema, ao lado da Joana Mariani. O ator também se prepara para a estreia, em março, do filme “Nada a Perder”, em que faz um vilão na cinebiografia de Edir Macedo. 

Os sucessos de Otávio no teatro são as comédias “Divórcio”, com a Suzy Rego e a Natallia Rodrigues; “Caros Ouvintes”, com a qual recebeu o Prêmio Arte Qualidade Brasil de melhor autor e melhor diretor; e o drama “Três Dias de Chuva”, com direção de Jô Soares. Seu extenso currículo no teatro exercendo as funções de ator, diretor e dramaturgo reúnem mais de 30 peças.

Começou na televisão fazendo a série Mothern no GNT. Passou pela Globo em novelas, como, “Amor Eterno Amor”, “Além do Horizonte” e “Tapas e Beijos”. Foi colaborador do Walcyr Carrasco escrevendo pra novela “Eta Mundo Bom”.  Dirigiu o programa #partiushopping, no Multishow, com Tom Cavalcante, Daniele Winits e Nany People. Também atuou como o policial durão na série PSI, na HBO. 

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia - Otavio Martins e Juliana Araripe
Elenco - Carolina Ferraz e Otavio Martins
Participação especial em áudio - André Gonçalves, Danielle Winits e Regina Duarte
Cenografia  - Paula de Paoli
Cenotécnico - Wagner José de Almeida
Figurinos  - Carolina Ferraz
Trilha sonora composta - Ricardo Severo
Assessoria de Imprensa - Claudio Marinho
Criação Gráfica - Winnie Affonso
Fotografia  de cartaz - Gustavo Arraes
Fotografia de cena - Edson Kumasaka
Equipe Técnica - Jardim Cabine
Coordenação de Produção - Isabel Gomez
Assistente de Produção - Pedro Pó
Administração - Isabel Gomez  e Pedro Pó
Iluminação e Direção  - Isser Korik                  
Realização - Conteúdo Teatral e  RDP Cultural

'QUE TAL NÓS DOIS?'
Estreia: 02 de março de 2018
Até: 29 de abril de 2018
Apresentações: sexta-feira, 21h30; sábado, 20h e 22h; e domingo, 20h
Ingresso: R$40,00 (setor 2) e R$60,00 (setor 1) às sextas-feiras e domingos; R$50,00 (setor 2) e R$70,00 (setor 1) aos sábados

*Valores referentes aos ingressos inteiros inteiros. Meia-entrada disponível em todas as sessões de acordo com a legislação.
Duração: 80 minutos
Classificação etária: 12 anos

TEATRO FOLHA

Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel.: (11) 3823-2323 - Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323. Vendas on line no  site: www.teatrofolha.com.br 

Vendas por telefone e internet/ Capacidade: 305 lugares / Não aceita cheques / Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex / Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais / Clube Folha 50% desconto / 50% de desconto para funcionários e clientes do Cartão Renner. Horário de funcionamento da bilheteria: quarta e quinta, das 15h às 21h; sexta, das 15h às 21h30; sábado, das 12h às 22h; e domingo, das 12h às 20h / Acesso para cadeirantes / Ar-condicionado / Estacionamento do Shopping: R$ 14,00 (primeiras duas horas) / Venda de espetáculos para grupos e escolas: (11) 3104-4885, (11) 3101-8589, (11) 97628-4993 / Patrocínio do Teatro Folha: Folha de S.Paulo, CSN, LG, Privalia, Nova Chevrolet, Wickbold, Owens, Teleperformance e  Grupo Pro Security.

SOBRE A CONTEÚDO TEATRAL

O grupo empresarial paulista Conteúdo Teatral atua há mais de quinze anos em duas vertentes: gestão de salas de espaços e produção de espetáculos. Como gestora é responsável pela operação do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, com direção artística de Isser Korik e direção comercial de Léo Steinbruch, programando espetáculos para temporada em regime de coprodução. No período de atuação a empresa soma mais de 2 milhões de espectadores.

Como produtora de espetáculos, viabilizou dezenas de peças, como “Gata Borralheira”, “O Grande Inimigo”, “Os Saltimbancos”, A Pequena Sereia”, Grandes Pequeninos”,  “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Cigarra e a Formiga”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” para as crianças. Para os adultos foram realizadas, entre outras montagens, “A Minha Primeira Vez”, “Os Sete Gatinhos”, “O Estrangeiro”, Senhoras e Senhores”, “O Dia que Raptaram o Papa”, “E o Vento Não Levou”, “Equus” a trilogia “Enquanto Isso...”, além de projetos de humor – como “Nunca Se Sábado...” e “IMPROVISORAMA” – Festival Nacional de Improvisação Teatral. Em parceria com Moeller e Botelho produziu os Musicais “Um Violinista no Telhado”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles num Céu de Diamantes”.

Foto: Edson Kumasaka

‘Marcia Peltier Entrevista’ Leoni na Rádio JB FM

18 fevereiro 2018 |



O Programa Marcia Peltier Entrevista na rádio JB FM  traz  na semana  de 19 a 25 de fevereiro, a  reprise da conversa com um dos grandes nomes do pop e do rock no país: o cantor e compositor Leoni.

Leoni foi integrante do ''Kid Abelha'' uma das bandas do chamado Rock Brasil dos anos 80 que revolucionou a música brasileira para sempre.


Depois do Kid Abelha, fundou outro grupo de grande repercussão,os ''Heróis da Resistência''.

Foi parceiro de grandes nomes como Cazuza,Léo Jaime,entre outros.

Durante a conversa com Marcia Peltier, ele fala de seu recente show do ano passado,o ''Multiversos'',revela sua paixão pela poesia,comenta seus grandes sucessos,fala de sua trajetória e comenta de onde vem a inspiração para algumas de suas músicas.

Você não pode perder a reprise de  Leoni no Marcia Peltier Entrevista na
rádio JB FM  (99.9),em duas edições :de segunda à sexta,pela manhã  às 7h50
e  à noite,às 18h15,dentro do Painel JB.E aos sábados e domingos às 10h e18h.

E a entrevista completa  você vai poder ouvir  também no site da JB FM(www.jb.fm).

Fotos: Divulgação

  

Atenta às questões ambientais, qualidade do ar e respeito à natureza, a Secretaria de Ambiente e Sustentabilidade (Sema), através do setor de Arborização e Paisagismo, orienta, acompanha e fiscaliza medidas mitigadoras e compensatórias, promovidas por empresas baseadas no município de Macaé (RJ). Fruto de compensações ambientais, de novembro de 2017 a fevereiro de 2018, foram plantadas 557 mudas de árvores de Pau Ferro, Mirindiba, Ipê Amarelo, Aldrago, Sibipiruna e Oiti, na Granja dos Cavaleiros, Vale Encantado e Vale da Glória.
O secretário municipal de Ambiente e Sustentabilidade, Gerson Martins, ressalta a importância da arborização urbana, que promove avanços ecológicos, estéticos, econômicos e sociais. "A ação também realiza estabilidade climática, conforto ambiental, melhoria da qualidade do ar, além da saúde física e mental dos cidadãos", analisa.
Já a coordenadora do setor de Arborização e Paisagismo, Nathália Oliveira, afirmou que essa plantação foi realizada em cumprimento de medida compensatória de corte de árvores realizado por uma empresa. Sob a orientação técnica da Secretaria de Ambiente e Sustentabilidade, a empresa promoveu o plantio seguindo orientações quanto ao local e as espécies a serem plantadas.
Outras áreas do centro de Macaé, além de trechos da rodovia Amaral Peixoto, do trevo das Bandeiras e da avenida Industrial, também receberão plantio de mudas de diversos tipos de árvores nos próximos meses.
Um setor imprescindível
A Coordenadoria de Arborização e Paisagismo também é responsável pela poda e corte de árvores nas ruas da cidade. Estas podem ser feitas nas esferas particular e pública. Em ambas, o requerente deve dar entrada no processo junto ao protocolo da Sema, que envia ao local um engenheiro para análise situacional.
Solicitação de plantio em área pública também se dá com este setor, onde os contribuintes fazem o requerimento junto ao protocolo da Sema. Os técnicos avaliam o pedido, considerando localidade e solo, bem como possíveis riscos a patrimônios público ou privado, uma vez que raízes e copas de árvores podem ocasionar danos reais. Para mais informações, os telefones da Coordenadoria de Arborização e Paisagismo são (22) 2772-3571 ou 2772-1810.
Foto: Guga Malheiros